quando a pessoa representa várias personagens durante a sua vida (principalmente no dia-a-dia) consoante os cenários e as outras personagens,  é difícil, mesmo ao fim de algum tempo de reflexão, saber qual o seu modo natural de agir.

Será o instinto o seu modo natural de agir? deverá a pessoa segui-lo? até que ponto, na mania de se encaixar nos planos da acção, não se guardou o instinto algures na confusão?